Crise?

Portugal vai ter mais 71 supers e hipers (DN)

É díficil distinguir a fronteira entre o necessário e o desnecessário, entre o emprego e desemprego.
O que seria de Portugal com uma agricultura viçosa (não é crime não aproveitar o que temos?), com um pequeno e médio comércio seguro (só há espaço para grandes superfícies e para franchisings?).

A crise toca a todos. Deliro quando ouço dizer que os lucros do Banco x caíram 50 ou 60 milhões de euros o ano passado, mas que mesmo assim ainda teve um lucro de 400 milhões. Crise?
Crise é não ter dinheiro para comer, para pagar a casa ou não ter emprego.
Enfim… tadinhos!

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As notícias dos últimos dias levam-me a pensar que:

– gostava de ter um parente político. As coisas que eu poderia fazer, mesmo que não fizesse nada ou ele não soubesse que eu tinha feito ou só pelo prazer de os outros pensarem que eu podia fazer ou… sendo político, preferia ser órfão e só no mundo.
– Queria dar entrevistas. E de pijama de flanela.
– A época de fogos estes ano chegou mais tarde.
– O Freeport teve mais publicidade este ano do que nos últimos 3.
– O Porto também foi beneficiado pela arbitragem. Ninguém se ri, e pouco a pouco nenhum dos grandes terá coragem de dizer mal dos árbitros.
– Já tenho saudades das entrevistas do Mário Crespo na TV. Não tenho tempo para as ver.
– Tenho 6 séries empatadas. Gostava de ter um tempito para as deglutir. esta não tem nada a ver com as notícias, mas enfim…

Através do Estradas vou ter a um site giríssimo. Quantos camelos vale a tua namorada.
Um site que nos ajuda a não sermos intrujados se alguma vez formos a Marrocos, e nos oferecerem alguns camelos.

No entanto, penso que mais interessante será a pergunta para os Defensores Acérrimos dos Animais – Quantas namoradas vale o teu camelo?

Answers

A esposa quer, a gente tenta fazer-lhe a vontade, mesmo que demore uma eternidade.
Ora bem, desafiou-me a companheira de quarto a escrever 8 sonhos que tenho, vamos a ver se consigo preencher oito spots.
Antes, parece que tenho de colocar as regras, e depois tentar cumpri-las, que vai ser mais giro, mas ok.
1. Escrever uma lista com 8 coisas que sonho fazer ou com as quais sonhe.
2. Convidar 8 bloguistas a responder ao mesmo.
3. Comentar no blog de quem partiu o desafio.
4. Comentar no blog de quem desafiamos.
5. Publicar as regras.

1. Ter filhos. Não sei quantos. Um, dois, três, quatro (desculpem, estava a treinar a contagem numérica). Filhos, no plural. Venham eles.
2. Este é tão básico que… nadar com tubarões. Quem me conhece já sabe da panca.
3. Ir a Nova Iorque.
4. Escrever um livro. Humildade, se for um já fico satisfeito.
5. Ter uma casita no Alentejo. Baixo, Alto, Interior, junto ao mar.
6. Neste momento ter umas férias longas, um mês parece-me pouco.
7. Voltar à Escócia, com mais tempo, e ver muito do que não vimos, mas rever algumas das coisas que vimos.
8. Dormir. Para se sonhar é preciso dormir.

Oito candidatos a um questionário destes? Hum…
Ao Sr. Leopoldo, à Fernanda, à Silvita, à Noquitas, ao Sundays, ao Jo, ao Estradas (quero os meus The Shields……), e à madrinha/afilhada MM, que não tem blog, mas de vez em quando lê este.

Revi ontem, ela não escolhia nada, o Zéfiro de José Álvaro Morais.
É uma curta belíssima, uma pequena narrativa (duas? Mais?) sobre o sul português, sobre o Tejo, a cultura e a história desta zona. É um filme que muito me agrada e que mostra um pouco do estilo e dos actores fetiche de Álvaro Morais.
Uma muito boa escolha.

Ah! O Corto Maltese aparece. Gostava de perceber melhor este filme.

Moscow Rules – Daniel Silva

Finalmente consegui umas abertas (essencialmente durante uma vigilância de exame) para ler o último thriller de Daniel Silva, Moscow Rules.
Moscow Rules continua a saga de Gabriel Allon, agente secreto israelita, desta vez a contas com um multibilionário russo, que vende armas a países muçulmanos extremistas.
Confesso que de todos os livros de Silva foi o que menos gostei. Não sei se pela repetição de frases já gastas ou usadas pelas personagens ou para descrever as personagens.
Continua a ter acção e crítica ao mundo em que vivemos, como continua a ser uma lição de geopolítica. Achei-o em partes mais próximo da reportagem do que do romance, e as personagens pouco cresceram em relação ao último título da série.
Ainda assim, há pistas para uma continuação interessante, e continua a ser melhor do que muito do que se vai publicando por aí.