O campeonato português tem tudo para ser mais divertido.
Temos leõzinhos de juba e tudo, papoilas dançantes, o Zo(r)ro foi-se embora, mas aparentemente vem o Hulk.
Estive a ver uns golos no youtube do Hulk do Tokyo Verdy. E então? Quando o Renteria veio também vi muitos golos. E o Jesualdo não dá uma chance ao colombiano. Aliás, Jesualdo não dá chances. Só coloca jogadores na certa, deve ter sido um trauma que ficou do Benfica.
Agora, se o Hulk vem pelos 10 milhões que alguns jornais avançam… é um risco. É um risco contratar um desconhecido por tanto dinheiro, é um risco esperar que o rapaz faça em Portugal o que fez no Japão, é um risco gastar tanto dinheiro para colocar um jogador à disposição de Jesualdo. Jesualdo é de vistas curtas, arrisca pouco, tacticamente é limitado, a fazer substituições é recursivo. Sinceramente, preferia um treinador novo a um novo avançado.

Protestantices

Escreve John Piper no 1ª caítulo de Penetrado Pela Palavra:
Muitas pessoas não vêem a paixão de Deus por sua própria glória como um acto de amor. (…)a definição do mundo de amor diz: você é amado quando é mimado.
(…)
O amor de Deus por nós não se revela principalmente em que Ele nos valoriza, e sim em que Ele nos dá capacidade de nos regozijarmos em apreciá-lo para sempre. Se centrarmos o amor de Deus em nosso valor, estamos nos afastando do que é mais precioso, ou seja, Ele mesmo.
(…)
Por conseguinte, o amor de Deus labuta e sofre para aniquilar nossa escravidão ao ídolo do “eu” e focalizar nossas afeições no tesouro de Deus.
Piper continua com a passagem de João 11. 1-6, e comenta:
Ele deixou Lázaro morrer ou permaneceu por mais tempo, para deixar evidente que não tinha pressa de trazer alívio imediato ao sofrimento.
(…)
Jesus era motivado pelo amor para com a glória de Deus, manifestada em seu tremendo poder.
E termina assim:
O amor é fazer tudo que for necessário para ajudar os outros a verem e experimentarem a glória de Deus em Cristo, para todo o sempre. O amor mantém Deus no centro, porque a alma foi criada por Deus.
Acrescentando ainda João 17.24
Em relação ao texto de Lázaro, convém acrescentar que Jesus chorou. Se o objectivo (a Glória de Deus) era importante, Jesus nada fez sem amor. E mesmo aqui sentiu a dor da perca de um amigo, mesmo sabendo que o ressuscitaria.
Mas, esta meditação veio no momento certo. Anteontem, na nossa casa, colocámos o dvd do Michael enquanto jantávamos. E ao ouvir com atenção uma das canções, Above All, não consegui deixar de franzir o sobrolho.
Consigo cantar: Sei que foi pago um alto preço, /Para que contigo eu fosse um meu irmão/Quando Jesus derramou sua vida/Ele pensava em ti, Ele pensava em mim,/Pensava em nós;
por outro lado, já me faz comichão nos ouvidos e na língua cantar: Laid behind a stone/You lived to die/Rejected and alone/Like a rose/ Trampled on the ground/You took the fall/ And thought of me/Above all.
Above all? A minha opinião vai de encontro ao exposto por Piper, e escrito acima. Above all, não.

Dúvida

Aqui na Escola, a maior parte das pessoas, quando entra no elevador, olha para cima (pelo menos quando vai acompanhada com pessoas com quem não tem grande familiaridade).
Porquê para cima? Acreditem, porque já olhei, o tecto do elevador não é nada de especial.
Porque não olhar para baixo, por exemplo?

Ai os Rs

Suáia! – dizia o Jójó.
E eu, armado em parvo, Suáia?
E ele a olhar para mim, como quem diz, tás a dizer mal: Suáia.
Foi isso que eu disse, Suáia.
Nããão! Suáia!
Ah!!! Sorraia!
Nããão! Suuuáia.
Lá o descansei. Soraia!
Sim!

Não sabe dizer, mas sabe ouvir.

MEanwhile

Semaninha atarefada. Relatórios para ver se começo, continuo e acabo. As notas já foram todas dadas, faltam lançar na pauta ( aver se não dá buraco como no ano passado – entravam alunos, saíam alunos! Uma alegria.). Segundo e último dia de formação amanhã, como fazer coisas giras no Moodle. Uma colecção de fotocópias para ler, mas se calhar tento ler antes do ínício da formação. A cabeça hoje já não dá. Tive a tentar colocar umas coisas em ordem para a reunião de oração. Em princípio em Jeremias. Só dois pontos para não assustar ninguém. Entretanto, tenho de arranjar tempo e ir à Agência de viagens com a Sara, ver se compramos alianças (é capaz de dar jeito), ver se temos tempo para começar a dividir o pessoal pelas mesas (eu queria livre, cada um escolhe a sua!), imprimir mil e umas coisas e ver se a ajudo ou convenço a começar a fazer as lembranças. É difícil ler isto assim sem parágafos, né? Paciência… PS. uma colega tentou convencer-me a ler Bahktin. Alguém tem? Na net é caríssimo.

A despedida de solteiro do Isaac foi pródiga em originalidade, ou se calhar nem tanto.
Mas ouvir alguém cantar os parabéns às duas da manhã, e não fomos nós – que tentávamos estar caladinhos, foi a primeira vez.
Abraço a todos os viciados e aos mais prendados do que eu:p
Valeu…

Regresso

2008 parece ser o ano dos regressos. No cinema tivemos, entre outros, Indiana Jones, Hulk, Batman, Olho Vivo, James Bond (este nem conta já que o regresso é mais usual), entre tantos outros.
Na televisão vão voltar duas séries míticas, Beverly Hills 90210 e Knight Rider.
Na primeira é possível que vejamos mais do que uma ou duas caras conhecidas, já que a maior parte dos actores da primeira série, e em virtude do sucesso desta e da falta de uma carreira visível, já se colocaram à disposição. E provavelmente vamos vê-los quase todos, uns de vez em quando e outros quase todas as semanas. Vamos vê-los como quem diz, entenda-se.

Quanto a Knight Rider o piloto foi um sucesso e a série já está a ser gravada. No piloto a menina de cima, filha do criador do Kit estava a ser perseguida por criminosos que mataram o seu pai. Ao lado está Mike, amigo de infância, que a vai ajudar depois de ela e Kit o encontrarem.

O piloto está engraçado, mas não é fenomenal, como a série original, portanto.

O que mais me desagradou foi a prestação dos actores, alguns eram mesmo muito maus. Por outro lado, a série não tem medo de colocar algumas actrizes quase desnudas, de dar algumas dicas sobre a homossexualidade de uma das personagens (a polícia, interpretada por Sidney Poitier – a filha do actor com o mesmo nome!), mas tem medo de a tornar mais realista. Quase não há sangue e, como na série original, a violência resume-se a combates mano a mano, ou carro a carro.

Há algumas homenagens para os fãs, no final as personagens juntam-se num local que em tudo lembra o camião de onde o Kit saía, nesta série não vamos ficar limitados ao camião, se é que existirá camião. E aparece Michael Knight, numa charopada inacreditável de David Hasselhof. (Aparentemente estava de pé a participação em alguns episódios, mas David Hasselhof não gostou do piloto e terá colocado de parte esta possibilidade. Oh!:p) Charopada à parte, esperava que o Kit original aparecesse, nem que fosse de soslaio, mas…

A voz também é diferente, e agora está a cargo de Val Kilmer.

Concluindo, para piloto não está mau. A série tem algumas potencialidades, mas vamos a ver. Pareceu-me que o modelo dos episódios seguirá o modelo original em termos de trama, mas só o futuro o confirmará.

Claro que faltam algumas palavras para Kit. O carro (os carros) é espectacular, um upgrade em relação ao anterior. O humor de Kit mantém-se, as possibilidades tecnológicas são mais ou menos as mesmas (agora muda de cor e modelo quando necessário), pena que o barulho dos feixes vermelhos não seja tão sonoro como antigamente.

Esperemos para ver quanto tempo dura a série, e qual o sucesso dela.