Pimba?!

Venderam-me este filme como o pior filme cristão de sempre.
Se não se enganaram foi por pouco, e admito que desconheço pior que isto.
Uma história patética, actores medíocres, efeitos especiais do século XIX, teologia da loja dos 300 e Chuck Norris como um anjo fumador e pouco activo, embora mate um dos maus com um dedo!
Uma piada de mau gosto – para quem quer que seja, cristão ou ateu, amante do cinema ou do teatro. Skip It!!!
Ps. Joca, deve bater o teu Fúria Aérea, pelo menos deve ser da mesma divisão.
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Incompetência

O mercado de Dvds em Portugal vai funcionando.
Filmes em francês dobrados em inglês (Ninho de Vespas) ou filmes chineses dobrados, igualmente, em inglês (uma das primeiras versões, à venda, de Infiltrados) são alguns, poucos, exemplos. Depois há mil e uma edições especiais sem legendas em português, e outros casos mais caricatos. Séries de TV que chegam cá ao mesmo preço do que nos outros países, mas sem as muitas opções especiais existentes nesses países.
Tudo isto para perguntar aos senhores da Sony Pictures ( Comércio de Vídeos e DVD Unipessoal, Lda localizada na Av. do Mediterrâneo Edifício Sony no Parque das Nações) senão sabem que entre uma série1 e uma série 3 há uma série 2.
É que fizeram o favor de editar no nosso mercado a série (excelente, já agora) The Shield (O Protector). Mas, lançaram a 1ª, a 3ª e a 4ª séries. A 2ª deve ter ficado na alfãndega.
A mim pouca diferença faz, já que já tinha as duas primeiras, em edição inglesa. Mas, comprei a primeira para oferecer, e não consigo oferecer a terceira sem que a pessoa veja primeiro a segunda.
Mais uma vez, o cliente é tratado com total desrespeito.

2007 (uma breve amostra dos primeiros 3 meses)

Muito escrevi aqui em 2007. Muito do que escrevi foi sobre o que vi e li, nem sempre da melhor maneira, o tempo e a paciência, bem como a falta de arte são os culpados menores, eu o maior.
2007 foi assim…
Algumas fotos, das poucas, tiradas em 2007 (a namorada abarbatou a máquinha fotográfica – isto piora depois do casamento?): 1, 2, 3.
BD: para profeta não estou mal (o interesse que tinha na série desapareceu por completo); a BD segundo Hugo Pratt, 1 e 2 ; a minha particular antipatia por Civil War; a morte de Capitão América e a reacção dos media.

Leituras

Como sempre, estou com livros a meio, no início, no fim.
Uns há mais tempo do que outros, alguns, provavelmente, que terei de recomeçar.
Estou a acabar O Atlas das Nuvens, já li 500 páginas, faltam-me pouco mais de 100. Um livro interessante, de que falarei, se calhar, numa outra ocasião.
Comecei a ler The Pythons autobiography by The Pythons, versão original que sai bem mais barata que a nacional, e com mais fotos.
E mais uns dois ou três… mas neste momento é a estes que vou dando atenção.

Cinema pt

Falemos de cinema.
Não vale a pena demorar muito a discutir sobre o estado do cinema em Portugal. Com algumas excepções o resultado final é de qualidade, digamos, duvidosa, ou tende a animar somente um pequeno nicho.

Confesso que só vi dois filmes de Luís Galvão Teles, Elas e o recente Dot Com.
Infelizmente, Elas não saiu em DVD, só o vi três ou quatro vezes, mas não me lembro o suficiente para escrever demasiado sobre ele. É uma comédia sobre mulheres (neste caso o título não engana). quando a flor da idade começa a fenecer. É um filme humano, que muito me agradou.

Dot Com é, ao contrário do que estamos habituados, um filme português.
A história versa sobre a aldeia de Águas Altas, que recebe uma intimação de uma multinacional espanhola para fechar o seu site contra o pagamento de uma indemnização de 500 mil euros, por violação de regras de direitos de autor (os espanhóis pagaram o copyright de Águas Altas, uma marca de água mineral).
A partir daqui a aldeia, desconhecida em Portugal, vai lutar internamente pela melhor decisão a tomar – fechar ou não o site.
O filme é uma crítica bem disposta ao mercado global, mas também ao papel do(s) Governo(s) na dinamização e evolução do interior português. O que me agradou em Dot Com, para além da forma bem humorada, mas séria com que se tratou o assunto foi a caracterização do português. Estamos todos lá, em maior ou menor medida. A aldeia portuguesa passa na tela, com os seus defeitos e qualidades, o desrespeito governamental pela província, o fervor nacionalista, a intriga, as personagens caricatas, o dia a dia repetido ad aeternum, o esquecimento dos valores, a política como fim.
Uma grande surpresa, um filme simpático que merece um visionamento. Vemos coisas bem piores só porque têm o selo de Hollywood.
Já agora, e o DVD de Elas?

Vejam…

2ª Feira foi passada em superfícies comerciais, ao som de músicas de Natal e martelada, a tentar comprar o que faltava da lista.
Das 11h às 19h30 fica a noção de que nem todos os nomes da lista estão ainda riscados. Faltarão 4 a 6 prendas.
O que, como é fácil de prever, pode levar, facilmente, este tipo à loucura.

Meanwhile, tento corrigir os testes da semana passada e preparar a reunião de logo à tarde.
´Té já.