Mil Fontes

Fui de visita a Mil Fonte e São Luís na 2ª Feira e acabei por passar lá a noite.
É das zonas nacionais que melhor conheço.
Passei pelo Cercal para comprar uns bolos de Torresmos (não negue à partida uma ciência que desconhece) e trouxe também umas pupias.
em Mil Fontes acabei por passar a noite na Feira do Livro, com preços muito, mas mesmo muito convidadores (mas consegui vencer a tentação).
De manhã mergulhei em São Torpes e à tarde em Mil Fontes.
Fiquei desiludido com a qualidade da praia, e areia, nesta última. O óleo dos barcos, e talvez motas de água, tem contribuído para uma maior perda de qualidade tanto da água como da areia.
Já tenho saudades.
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Simpson, The Movie

Acabo de chegar do cinema e fico satisfeito por ter ganho o bilhete, estaria de rastos se o tivesse pago.
Simpsons, the movie é um episódio mais longo, mais destrambelhado e mais children free, há o pénis de bart há mostra, manguitos, heresia cristã e uma asneira (m##da) na tradução portuguesa a traduzir crap.
E o filme é um pouco crappy, talvez porque os Simpsons têm piada em episódios de 20 minutos, mais que isso continuam a fazer-nos rir, mas pouco mais.
A história é esticada, mas não ultrapassa pouco mais de uma hora e dez e traduz-se na condenação de Springfield por Homer Simpson e na consequente salvação, a mensagem é, como está na moda, ambiental. Todas as personagens da série passam pelo grande ecrã.
Mas no fim concordei com Homer Simpson, que no início do filme nos diz que não há razão para estar no cinema quando podemos ver o mesmo de graça na televisão. Point taken.
Uma hora perdida, mas ao menos foi de borla.
Skip it.
4/10 (5,5 pelas gargalhadas, mas mesmo assim há muitas piadas que são forçadas ou passam ao lado).
Os fãs não se devem importar muito, mas já viram tudo aquilo milhentas vezes.

A escola do futuro depende dos computadores.
Não da pedagogia, que actualmente pesa mais, nem da formação dos professores, que tem menor peso.
Continuamos na mesma, mas mais dependentes da tecnologia, os produtores e vendedores de produtos informáticos agradecem. Pena que não seja uma das nossas vertentes económicas.

Ideias Soltas

Choca-me o facto de a Ministra da Educação ter achado natural a contratação de crianças/figurantes para anunciar a Escola do futuro.
Gostava de saber que escolha foi feita. Pediram x nº de crianças ou foi mais tipo lista de compras? “Queremos mais meninas que meninos, temos de ter um certo nº representativo das minorias, queremos um cromo, alguém com dificuldades de aprendizagem, etc…”
Trabalho infantil neste caso não há? Exploração infantil o que é?
Por outro lado tudo isto abre a possibilidade de um dia termos um governo sacado da internet ou contratado a uma agência. Aliás, o argumento do PM Sócrates foi que o quadro de ardósia era coisa do passado, um computador é que era bom. Não nos lembrávamos quando um professor tentava desenhar um hexágono e não percebíamos o que era pela sua manifesta falta de jeito? Sr. Primeiro Ministro, cuidado com os argumentos, podemos mandar o Ministro Correia de Campos embora pela sua manifesta falta de jeito, se recebermos de volta um robot que dite as suas ordens…desde que fique mais barato!

Aniversário fora de época

Como não gsotamos do passar do tempo ignorámos, sem querer, mais um aniversário do blog.
Há cerca de 12 dias comemorou-se mais um ano de actividade blogosférica. Vai em 3 anos. Mais do que se poderia pensar no início. A todos os que têm participado, lido, comentado um muito obrigado.
Abraços e beijokas

Harry Potter (Last Thoughts)

Não deve ser lido por quem quer ler o livro sem saber o final ou como dizem os americanos, Spoilers Ahead.
Como ia passar o fim de semana fora, aproveitei para antes de sair escrever algumas linhas sobre o último livro da saga do mágico mais conhecido do mundo.
Deixem-me misturar e renovar algumas ideias, já não tendo o cuidado de evitar as más e boas notícias.
O enredo já se vai tornando bem conhecido, depois de todo o segredi inicial.
Nesta última aventura, Harry tenta levar a cabo a tarefa que Dumbledore lhe deixou, procurar os 7 artefactos que possuem pedaços da alma de Voldemort, enquanto descobre e tenta descobrir também os Deathly Hallows, do título, três artefactos que permitem a quem os use derrotar a morte. O Ministério da Magia é tomado, mais ou menos secretamente, pelo Senhor do Mal. Snape é o novo director de Hogwarts. Harry é procurado por metade do mundo mágico. E a seca, perdão, segredo do quinto livro torna-se mais perceptível.
Antes de pensar no que acontece, deixem-me desabafar acerca do final. Penso que, apesar das 600 páginas, o final, e não tanto o livro em si, acaba por ser curto. Foram muitos anos com diversas personagens, e o final acaba por ser directo em relação a Harry Potter e aos seus amigos, o detino das outras personagens é relegado para segundo plano, o que a mim particularmente me desapontou um pouco. Depois do final da acçõ somos levados numa prolepse a ver o futuro de Harry, Ginny, Ron e Hermione. Econtram-se a deixar os seus filhos no comboio enquanto estes partem para o colégio. Demasiado “cheesy” para o meu gosto e a pensar mais no filme do que no estilo da obra.
Algo que me agradou neste colecção é o sentido de crescimento ao longo dela, não só das personagens mas também do leitores. A obra vai crescendo não só narrativamente, mas também tematicamente. Neste último livro temos as batalhas finais, o destino das personagens e a descoberta da natureza (e personalidade) de Snape, bem como do porquê real da morte de Dumbledore.
Lembro-me de o ano passado discutir com uma amiga se Potter morreria ou não. Ela, que sim, que não teria sentido continuar vivo, eu que não, que seria um pouco contra-natura. Fico satisfeito ao ver que ambos tínhamos razão. Leiam, que se torna mais simples.
A série foi-se tornando mais negra ao caminhar para o seu fim. Claro que há mortes, umas mais esperadas do que outras. Há o peso do amor, da abnegação, do sacrifício ao longo do livro. É, aliás, uma das temáticas mais usuais em toda a série. Potter cresceu, está menos adolescente (compare-se com a irritável natureza no 5º livro, e em parte mais dissimulada no 6º), não é que não passe por crises, mas são menos irritantes, o que não quer dizer que o 5º livro não seja verosímil, mas (eu pelo menos) não tinha paciência para tanta irritação.
The Deahtly Hollows é o culminar da adolescência de Potter, é o fim da sua missão, da sua luta pessoal. Sacrifícios são a rodos em virtude da vitória do bem. Há mortes mais ou menos naturais, no sentido de esperadas, mas há duas que me tomaram de surpresa. A primeira, foi a de Hedwig, confesso que não esperava, mas tem sentido. É das menos esperadas por Harry, penso que também pelos leitores, mas é a chave de que Potter crescerá, que Harry está a sair da adolescência. É quase tão dolorosa como a morte de Sirius ou de Dumbledore. É a perda, se havia ainda, de qualquer dúvida perante a característica final e mortal da batalha, mas é também a prova de que é o final de um ciclo.
A morte de Fred surpreendeu-me, não esperava que um dos gémeos morresse. Eles que tão bem personificam o humor, mesmo em momentos de grande tensão. Com a morte de Fred, o leitor que existe em mim, confirmou a não morte de Potter, mas que muita coisa mudaria daí em diante, daí que tenha sentido falta desse daí em diante no romance. Mais personagens encontram o seu fim, mas mais não digo.
Por outro lado, Rowling evitou um final demasiado fechado nas personagens. A batalha final era o final desejado e foi isso que ela nos deu. Tudo o resto é, quase, trabalho do leitor. Nas últimas páginas encontramos um Potter já adulto (36/7 anos), ao lado da enamorada de sempre. Não sabemos muito mais, mas o que sabemos mostra-nos que se reconciliou com Snape, reconhecendo o seu papel fulcral em toda a trama. Mas, a forma utilizada para o contar é para mim quase apócrifo, como escrevera no sábado, não se encaixa perfeitamente no estilo de toda a série.
Ainda assim, penso que foi um final adequado, mantendo o “hype” de uma série que surpreendeu o mundo.
O que nos trará no futuro JK Rowling? Só o futuro nos mostrará se não voltará a este mundo mágico.
9/10

Harry Potter (O Fim)

Já acabei as cerca de 600 páginas do último livro da saga de J K Rowling.
Satisfeito? Penso que sim, mais do que esperava.
Harry Potter morre? Morre, não morre nada. De mim não levam nada:p
Neste último tomo, Harry tenta levar a cabo a tarefa que Dumbledore lhe deixou, procurar os 7 artefactos que possuem pedaços da alma de Voldemort, enquanto descobre e tenta descobrir também os Deathly Hallows, do título, três artefactos que permitem a quem os use derrotar a morte. O Ministério da Magia cai e passa a ser dirigido pelo Senhor do Mal. Snape é o novo director de Hogwarts. Harry é procurado por metade do mundo mágico. O fim está próximo.
Como termina? Apesar das 600 páginas, o final pareceu-me demasiado abrupto. Depois de tanta descrição e tanta acção gostríamos de saber mais algumas coisas. Tenho pena da curta presença de Snape ao longo do livro, mas pronto…
Há mortes, claro. Não vou dizer quem morre, mas há mais mortes do que eu esperava e uma delas apanhou-me completamente de surpresa, bem, sinceramente foram duas. Em relação a Harry Potter e aos seus amigos aconteceu o que eu pessoalmente esperava.
Crescimento, maturidade, amor, abnegação, reconhecimento das nossas limitações são alguns dos temas que correm este último romace da série.
Sei que aqueles que lerem vão discordar de mim, mas as últimas páginas são demasiado cheesy. Gostei, mas são quase apócrifas. Enfim…
Um final em beleza.
9/10

Sou terrível com inícios.

Ando à volta com o início do ensaio. Demasiadas ideias, correntes, dados, pontos de vista.

Mas, provavelmente o texto começará com:

A Bd em Portugal é normalmente levada em conta como um livro da Margarida Rebelo Pinto, passo a explicar…

Mesmo que não comece a ideia estará lá, com Rebelo Pinto incluída.