Maná

Vocês sabem que pendo para a pimbalhice e para o kitsch, e quando isto não acontece até ouço música porreira:p

O novo álbum dos mexicanos Maná já saiu, Amar Es Combatir.

Eu gosto.
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Força

Cada um é como é, e desde que seja um bom profissional o que é que eu tenho a ver com isso?
Ouvi hoje parte do programa da manhã do RCP, com João Adelino Faria.
O pouco que ouvi pareceu-me que ainda anda à procura de melhor afinação, o que é normal, não estava à espera que uma das jornalistas fosse sopinha de massa, mas como dizia, desde que seja boa profissional, o que é que tenho a ver com isso?
Acho estranho, mas depois entranharei.

A Morbid Taste for Bones

Agradeço ao ebay.
Comprei os seis primeiros livros da colecção Cadfael no ebay por 9€.
Ando a ler o primeiro, A Morbid Taste for Bones.
E estou a ter o tempo da minha vida!
Cadfael é um monge no séculoXIII, e tem queda para detective. Viveu o que tinha a viver, passou pelas cruzadas, e cansou-se entrando para um mosteiro.
É nesse mosteiro, tratando do seu jardim, que o vamos encontrar.
O prior do Mosteiro decide que o seu mosteiro precisa de um santo, mosteiro sem santo padroeiro não é mosteiro.
Encontra-se uma santa em Gales, quase desconhecida, e pouco tida em conta, até pelos seus párocos.
Forma-se um grupo e partem para Gales para buscar os ossos da Santa.
Aqui deparam-se com a teimosia e intransigência de alguns locais, e o principal opositor é morto.
É aqui que começa o divertimento, e é aqui que me encontro.
Cadfael encontra-se publicado em Portugal pela Europa América, naquelas edições com letras quase minúsculas, e as primeiras séries televisivas encontram-se já editadas em Portugal.

Brothers & Sisters

Calista Flockhart participa numa nova série, Brothers & Sisters.
A série trata de uma família com 6(?) irmãos que reaprende a viver com a morte do pai. As dificuldades relacionais de alguns com a mãe, o amor entre irmãos e as dificuldades do dia a dia, as posições políticas, a questão da guerra no Iraque, o 11 de Setembro.
A série merece todo o meu respeito porque tem-me interessado tendo duas actrizes de que não gosto particularmente, Calista Flockhart e Sally Field.
Uma série a ter em conta.
E já agora, uma boa surpresa.

Pensava escrever um ensaio para a Callema nº2.
Mas, a semana passada escrevi um texto que lhe vai tomar o lugar. É sobre obsessão e sonhos.
Esperem pelo 2º número da Callema.
E não tem título, tem antes um pós-título!

Muitos dos que são pais hoje tremem ao ver os desenhos animados que os filhos vêem.
Lembram-se com nostalgia dos “seus” desenhos animados.
Eu percebo que há desenhos animados hoje que são uma miséria, no que diz respeito ao traço são uma afronta e perdeu-se a noção da educação/formação pela ideia de entretenimento, ainda assim há uma pergunta que me assalta porque é que taqntos desenhos dos late anos setenta e ínício dos oitenta em que a trama é uma criança sem pais, ou à procura dos pais (ou só de um)?
Lembro-me de Marco, da Heidi, do Belle e Sebastião, e sei que havia mais…

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Parlamento.O parlamento acha que a RTP deve retomar o horário do tempo de antena dos partidos. O PSD, o CDS, o PCP, o BE, o PS e a ERC acham que a RTP deve colocar o tempo de antena às 20h00 ou a seguir ao jornal das 20h00. Não faço ideia, porque raramente vejo. Mas espero que Anatomia de Grey passe antes das 22h00.
Francisco José Viegas in A Origem das Espécies
Uma das minhas séries favoritas, ainda que não seja nada de outro mundo (e isto é um paradoxo) é Sobrenatural. Sobrenatural tem um quê de Ficheiros Secretos (um quê pequeno), e mistura lendas, urbanas ou não, e o folclore tradicional, monstros e demónios com um humor adolescente que me tem cativado.
A série nos EUA tem tido audiências minimamente interessantes, ainda para mais porque compete directamente com CSI e Anatomia de Grey.
Há uns 2 meses li uma entrevista com um dos produtores (e estou na dúvida se de CSI, se de Sobrenatural, embora me incline para este último) em que ele dizia que era difícil destronar Anatomia de Grey, “Who con beat sex in a hospital?”.
E realmente era esta a noção de Anatomia que eu tinha. Tinha, porque devorei em dois dias, a namorada fê-lo numa madrugada, os primeiros 5 episódios, e fiquei infeliz por me ter esquecido do segundo DVD em casa dela.
É, A Anatomia de Grey, realmente sobre sexo? É! Mas, qual a série que não o é? Já o ER era sobre sexo, não era tão directo, mas naquele hospital raros foram os médicos que não rodaram, desculpem os termos.
A Anatomia é, antes demais, uma série muito bem escrita, sobre amizade, responsabilidade e o que se faz com tudo isto num mundo cão, os primeiros anos de internato num hospital.
E concordo com FJV, prefiro ver um episódio de Grey´s Anatomy ao mundo cinzento dos nossos telejornais, e dos tempos de antena.
Livra!

Rip Oliveira Martins

O historiador Oliveira Marques, considerado um dos maiores especialistas de história da Idade Média, faleceu, na terça-feira à noite, no Hospital de Santa Maria, vítima de problemas cardíacos.Este académico de 73 anos era uma referência para quem estudou história durante o Estado Novo e um dos historiadores mais modernos do seu tempo, segundo António Hespanha.Em declarações à TSF, António Hespanha lembrou que Oliveira Marques fez parte de um pequeno grupo de historiadores da sua geração que foram «modernos e internacionalizados, cumprindo as regras da arte tal como se cumpriam no estrangeiro».Este companheiro de Oliveira Marques recordou ainda o descomprometimento do historiador agora falecido com as ideias do Antigo Regime e a sua imparcialidade.Oliveira Marques, que chegou a dirigir a Biblioteca Nacional, foi perseguido pelo regime salazarista, tendo leccionado durante alguns anos no estrangeiro, apenas regressando a Portugal depois do 25 de Abril.O historiador António Hespanha realçou ainda a importância da História de Portugal de Oliveira Marques, que acompanhou durante décadas os alunos do Ensino Secundário e das universidades.«Para além da qualidade da área da especialidade dele, que era a História Medieval, ele tratou pela primeira vez com abundância, rigor e actualização o período contemporâneo. Publicou uma história da República, também inédita, uma zona absolutamente interdita pelo Estado Novo na historiografia das universidades e do Ensino Secundário», lembrou.Os trabalhos de Oliveira Marques sobre a I República e o Estado Novo despertaram o interesse do historiador Fernando Rosas, que recordou a capacidade de Oliveira Marques em formar equipas e motivar os seus alunos.«Era um homem que sabia fazer futuro em História. Sei do que falo porque se pude enveredar pelo estudo da história do séc. XX e do Estado Novo, em particular, em grande medida o devo ao apoio, sugestões e iniciativa de Oliveira Marques», explicou.Numa declaração escrita enviada à agência Lusa, Jorge Sampaio considerou que Oliveira Marques foi um «grande historiador»O antigo Presidente da República adiantou que este académico deixou uma «obra vasta e original que renovou a historiografia em temas fundamentais e períodos tão diversos como, por exemplo, a época medieval ou a I República».«Fica-nos também a memória de um cidadão empenhado e activo que se manteve toda a vida fiel às suas convicções políticas da juventude quando iniciou o seu combate pela Liberdade, Democracia e República», acrescentou.O corpo do antigo historiador, que foi condecorado em 1998 por Sampaio com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, vai estar em câmara ardente, no Palácio Maçonico, no Bairro Alto, em Lisboa. O funeral realiza-se na quinta-feira às 14:00.
in TSF.pt