Itinerário para este Blog

Há várias maneiras de chegar a este blog. Algumas surpreendem-me mais do que outras.
De vez em quando tento ver como é que se chega aqui através do Google.
Umas das vias de hoje foi através de: Porque é que o Ruca é careca?
Sinto-me mais saudável por não ser o único a ter colocado esta pergunta, já que a irmã é mais nova que ele e farta-se de ter cabelo.
Se bem se lembram, na minha opinião o Ruca anda na quimioterapia. É a única explicação possível, isso ou uma doença estranha.

Oceanário

Eu gosto bastante do Oceanário de Lisboa. Cada vez que vou até lá passo, no mínimo, três horas lá dentro. Só no aquário central perco-me a olhar e observar as diferentes tribos de peixes e a forma como se comportam, e claro, passo alguns longos minutos a ver o meu animal favorito, o tubarão.
Mas, depois chateiam-me alguns apontamentos. Porque é que só as crianças é que podem ir dormir para o Oceanário, observar os peixes e a sua alimentação, tirar “cursos” de fauna marinha, etc, etc?
Porque não fazer estas actividades, também, para os adultos? Haverá os que estão interessados, alguns mais do que as crianças. Farão menos barulho que os petizes. Tirarão tanto prazer como as mesmas.
Amiguinhos, deixem os adultos divertir-se um pouco, aumentem o preço do bilhete numa actividade destas, mas façam-no!
PLEASE…

Borat

Estou a tomar o pequeno almoço num café no Barreiro.
A dona do mesmo nota que eu estou a ver e ouvir o que a televisão debita – o trailer de Borat.
Acompanha-me durante algum tempo e depois diz: -Está-se mesmo a ver que é um filme de Natal! Deve ser de partir o coco.
Ora, eu podia alongar-me um pouco mais, mas acho que não vale a pena. Está tudo dito.
Não! eu não gosto do senhor Sasha, i.e., do Borat, do ali G e dos outros personagens.

Da (Alguma da) Literatura

Está sentado, frente ao computador, no quarto. Os olhos estão avermelhados e ligeiramente húmidos.
Vai ouvindo vozes, vozes estas com que enche as páginas do ecrã. As suas personagens vão passeando à sua volta, numa cacofonia meio (des)ordenada.
Ele não manda, apenas regista o que ouve. As suas personagens indicam-lhe o rumo, o destino, o fim. Já não se sente, como inicialmente, um deus; quanto muito, por vezes, uma espécie de deus ex-machina, mas pouco mais. Dá um toque pessoal aqui e ali, embeleza esta e aquela passagem, altera, ligeiramente, um ou outro acontecimento.
O que antes lhe parecia uma liberdade absoluta é-lhe agora uma pena judicial. Sentado, frente ao computador, sente que não passa de um cronista, embora isto lhe dê algum (bastante?) prazer, ainda que um prazer dorido.

Podia andar deprimido, mas não ando.
A verdade é que não fui votado para melhor Blog, mas no entanto também não fui votado para pior.
Logo, melhor do que o elogio ou o desgosto universal, é o desconhecimento geral.
Orgulhosamente desconhecido!!!

Morreu um dos pais dos X-Men

Dave Cockrum morreu, aos 63 anos de idade, ontem devido a complicações relacionadas com diabetes.
Morre assim um dos pais dos X-Men.
Começou na BD na Warren Publishing e depois passou para a DC Comics, onde começou a fazer furor com a Legião dos Super-Heróis.
Ficará para a história como um dos artistas que criou e revitalizou The New X-men, juntamente com Claremont. Para matar saudades nada como revisitar a revista nos momentos em que Cockrum passou por lá – Uncanny X-Men, de Giant-Size X-Men #1 até 1977, e de 1981 até 1983.
(Informação retirada daqui)

Martinho da Vila

O amor não tem tom nem nacionalidade
Dispensa palavras, basta um olhar
O amor não tem hora
Nem fórmula certa
Não manda recado, chega pra ficar
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O amor entrou na minha vida
Quando te encontrei
Olhei no teu olhar e apaixonei
Foi tanta emoção, não deu pra segurar