The straight eye for the…..what is he guy

Falava com a minha namorada, ao almoço, no Chiado e dizia (e ela concordou) que os homens portugueses andam com um estilo muito abichanado. Alguns são, mas outros cultivam o próprio estilo.
Cores, estilo, modos e maneirismos, enfim, a cultura gay tomou conta do país, não acham?

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Ainda os X-men!!!
Pois é, o filme está a rebentar recordes e a fulminar as mais brilhantes das expectativas.
Durante o primeiro fim de semana o filme facturou $107 milhões, o que faz com que este seja o filme com o melhor 4º fim de semana (de abertura) de sempre.
Segundo a Reuters a Fox esperava que o filme rendesse perto de $86 milhões, na média do anterior. Assim, e deste modo X-Men 3 fica somente atrás (em termos de melhores primeiros fins de semana) de Homem-Aranha 1 ($115 milhões), Star Wars: Episódio III ($108.4 milhões) e Shrek 2 ($108 milhões).
E isto são boas notícias para os fãs da série, é que a Fox estava preparada para matar a série X-men e começar a apostar em pequenos spin-offs, já tendo anunciado o desejo de produzir filmes sobre Wolverine e Magneto.
Esta receita melhor do que o esperado levantará dúvidas sobre o que fazer com a série, até porque se em equipa vencedora não se mexe, então produto que vende deve ser rentabilizado.

Hollywood com tudo isto conhecerá um novo (mais um) bang de comics passdos para a grande tela.

Abraço

Alex Toth, um dos artistas mais conhecidos dos comics desde os anos 60 morreu no Sábado em sua casa, quando desenhava na sua prancha.
Toth trabalhou para a Hanna-Barbera durante os anos 60 e 70, e desenhou para diversas editoras dando como exemplo apenas algumas: DC Comics, Marvel, Standard, Dell e Warren.

Para mais informação sobre Toth clicar aqui e aqui.

Os pais de uma amiga minha falavam sobre a vitória dos Lordi (esta semana estão em grande aqui no blog).
Um dizia: “Venderam a alma ao diabo para ganharem os festival da canção”.
Ao que o outro retorquiu: “Vender a alma para ganhar a Eurovisão? Não me parece que tenha sido um grande negócio”!

Gracias, Brett Ratner

Para quem tinha dúvidas na escolha de Brett Ratner para a realização do 3º filme dos mutantes, elas ficaram dissipadas, o homem foi bem escolhido.
O filme junta duas linhas de enredo mais ou menos exploradas nos comics, a descoberta duma cura para o “vírus mutante” e The Dark Phoenix Saga”.
Magneto revolta-se contra a possibilidade de a humanidade superior (os mutantes) regredirem a meros mortais, e muitos mutantes buscam o El Dorado, a normalidade, no meio de tudo isto Jean Grey tem os poderes de um deus, o que a torna insana e o ser mais poderoso e perigoso do mundo.
Um dos pontos fortes (são muitos) do filme é a ligação próxima e ao mesmo tempo a distância entre os comics. Para quem achava que havia vacas sagradas digo já que várias personagens morrem, incluindo algumas das principais do elenco mutante.
Neste 3º episódio encontramos os X-men mais como uma família, ainda que trabalhem de vez em quando em equipa, o único defeito neste aspecto é que me habituei a ter mais personagens (e mais conhecidas) nestes momentos. O cast dos comics é por vezes quase bíblico.
Para mim “O Confronto Final” é o mais complexo dos três filmes, e por vezes pode ser complicado seguir tudo o que se está a passar, senti-o por algumas das perguntas e dúvidas da namorada, pouco habituada ao universo mutante.
O elenco foi ampliado, com destaque para a presença de The Beast, Kelsey Grammar, o Frasier e Juggernaut, Vinnie Jones. Pena que O Anjo, Nighcrawler e o Colossus transformado não tenham aparecido mais, mas deduzo que o dinheiro não desse para mais. Para os habituais destaco uma Halle Berry em excelente forma, um Wolverine que rouba o ecrã e um Magneto igual ao talento do actor que lhe dá corpo, Ian McKellen.
Haverá tanto para dizer, mas fico-me por aqui destacando os pequenos pormenores, as piadas, e o fim do filme (esperem na sala de cinema pelo fim dos créditos e não se arrependerão, há mais 15 segundos dignos de serem vistos).
5 estrelas, ou se quiserem, obrigatório para quem viu e gostou dos outros 2.

Perdoa-lhes Pai porque (pelo menos às vezes) não sabem o que fazem…

Acredito que a Bíblia foi inspirada por Deus. Que, de alguma maneira inspirou os homens de diferentes tempos, idades e licenciaturas a escrever o que temos hoje compilado na Bíblia Sagrada. (E isto já dava para imensos posts)
Já tenho mais dúvidas quanto à inspiração divina no que diz respeito aos tradutores.
Em Marcos 5 , na Tradução de João Ferreira de Almeida Revista e Actualizada, lemos de uma “manada de porcos” (no episódio do Endemoninhado Geraseno).
Amanhã, temos mais…