What the?

Andava eu a sacar umas versões, quando encontrei esta musiquinha pelos Within Temptation!!!

We’re gonna have a gothic christmas
That is what we’ll do
We’re gonna have a gothic christmas
Hope you’ll have one too
Santa’s going to wear a black dress
Just for me and you
Santa’s going to grunt in Latin
And slay a dragon or two

Rudolph, he will change his name
Cuz Rudolph just sounds really lame
Now we’ll call him Ragnagord
The evil reindeer overlord
His nose it shall be red no more
It will be blackened to the core
His eyes will glow an evil glow
To guide the chariot through the snow
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
We’re gonna have a gothic christmas
That is what we’ll do
We’re gonna have a gothic christmas
Hope you’ll have one too
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
Hope you’ll have a gothic christmas too

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Nham Nham

Fiz um bolinho de chocolate, húmido por dentro.
Claro que tudo tem os seus senãos, e achando que o bolo estava demasiado crú, coloquei-o um pouco mais dentro do forno. Talvez tenha sido o erro da primeira vez. Da próxima vez fica menos tempo.
De qualquer modo a receita foi tirada do livro, e programa, Na Roça com os Tachos, e para quem gosta de bolos de chocolate, é de chupar os dedos…

Fecha a boca ou sai…

Há frases que me dão vontade de trucidar quem as profere.
Há várias, deixo aqui algumas:

– Pode destrocar-me esta nota? (Normalmente faço um ar compugido e pergunto-lhe o que é que ela realmente quer? Conversa?)

– Vende meia sopa? (A esta penso em responder: Só aos que têm meio cérebro).

– Palmas para Jesus. (Aqui confesso que não me apetece trucidar quem a profere, apetece-me metralhar até à infinita casa decimal).

– Amén, Aleluia. (Quando fora de contexto, para quem os utiliza em todos e quaisquer casos. Odeio o vocabulário cristão colocado fora de tempo e espaço. Ex. – Dói-me a cabeça. – Aleluia. Amén!)

Estes são alguns dos meus exemplos. Quais são os vossos?

Excerto…

Há quem decida correr, ou ler, ou fumar um cigarro. Eu ponho-me à frente do computador.
Olho para o ecrã branco, acho que no passado era uma folha branca, e decido ser deus. Assim com letra pequena, porque o poder dá-me náuseas, mas às vezes é preciso.
Sinto que tenho medo, além do prazer, de criar algo a partir do nada. É estranho olhar para algo que sabemos que foi criado por nós. É infinitamente bela a noção de que somos capazes de criar.
Muitas vezes não depende, completamente, de nós. Quando se faz um filho não escolhemos todos (nenhum!) os seus atributos.
A verdade é que escrever acalma-me. Não é tanto o escrever algo, mas escrever sentimentos, sensações, ideias. Não é a história, a acção que me acalma, não são as personagens a interagir que me animam. É a tentativa de algo mais interior vir à superfície, é a tentativa do irracional racionalizar-se. Não quero explicar nada, inventar nada, criar nada.
Quero ouvir, ver, sentir através das palavras.

Cavaco Silva

Li um livro de Cavaco há umas semanas, “Crónicas de uma crise anunciada”, deixo aqui algumas das frases desse livro. O livro consiste em vários textos escritos durante, e após, o governo de Guterres.
Nos últimos dias, dei comigo a pensar sobre como inverter a situação, sobre o que pode ser feito para que os problemas sejam enfrentados, e não se arrastarem até ao ponto de quase ruptura. Tive muita dificuldade em encontrar uma resposta adequada.
Como sou defensor da estabilidade governativa, não posso dizer: mude-se o Governo.
(…)
Eu também não apostaria na hipótese de o Presidente da República tomar a iniciativa de demitir o Governo, como alguns analistas parecem crer. No quadro constitucional português, o Presidente da República só demite o Governo em situações políticas muito graves, como poderia ser o caso de uma ruptura interna no PS (…)

Despistes Mentais

Nunca teria dado para detective. Consigo dar atenção às pessoas, ver se há algo de errado, mas sou demasiado despistado. Esqueço-me facilmente do telemóvel, da carteira e de outras coisas por aí, às vezes descubro-as imediatamente, outras nem por isso.
Há uns 2 anos, estive com uma prima, depois no regresso para casa dizia à minha namorada a …. está mais gordinha. A resposta foi: “Hum…aparte do facto de estar grávida?”.
Definitivamente não daria para detective:p