Eu sei que comentar dá trabalho! Eu sei…
MAs gostava que na próxima semana fizéssemos um concurso. Mandem mail ou deixam comentário com sugestões para mudar o nome do blog.
Se mudasse, qual o nome que poriam? Participem, não custa muito. Somente alguns segundos.

Nota: a mudança de nome não implica mudar de endereço! Ficaremos (sempre) na mesma casa.

Um gajo acorda e lê isto
«(…) O Governo Regional dos Açores decidiu atribuir o nome de Pauleta ao sismo que levou o pânico ao arquipélago. “Tal como Pauleta, que para acertar na baliza falha sei lá quantos golos, também este sismo vai demorar muitas vezes até acertar em cheio em São Miguel, por isso o nome é apropriado”, explicou Carlos César, numa cerimónia em que foram homenageados outros filhos dilectos da terra: o cantor Fernando Tordo deu o nome a um manicómio, Farfalha deu o nome ao novo infantário de São Miguel e o mais recente bar gay da cidade foi baptizado de “Melancómico”».
Vítor Elias e António Marques, no Inimigo Público de hoje
in Melancómico



Uma das minhas escritoras favoritas é Kathy Reichs. Os romances policiais de que é autora são um sucesso desde o primeiro, em 1997. Agora, com o boom de CSI têm recebido nova atenção, já que a escritora e a sua personagem principal são Antropólogas Forenses, tal como Grissom. Sorri o outro dia ao ver uma nova edição de um dos livros, dizia “If you´re a fan of CSI you got to read this”. True! Verdade, verdadinha! Sério…
Os livros são muito bons, mas agora a senhora decidiu apostar na televisão e vá de produzir uma série baseada na sua experiência e que retoma a personagem Tempe Brennan, a sua heroína, embora não seja a mesma dos livros. São duas facetas da mesma personagem sem que sejam a mesma.
Ora, eu depois de ler sobre a série tratei de ver o primeiro episódio e…
…e ia adormecendo. A série está a anos-luz dos livros, não tem a mesma caracterização, a mesma qualidade narrativa, é um pouco pirosa e falta toda a riqueza psicológica em que Reichs é mestre.
Costumam dizer uqe Reichs é discípula de Patricia Cornwell, simplesmente porque apareceu depois. Eu já li as duas e Cornwell é pastiche hollywoodesco, muitos clichés e pouca uva. Reichs não, sempre foi melhor, até agora.
A série é quanto muito inócua, para não dizer má! Evitem.
Vou continuar a ver um episódio de vez em quando, se melhorar aviso, mas temo que a coisa vá pelo caminho inverso

Lost in the 2nd season

Vi o primeiro episódio da nova temporada.
Se ainda não viram, não percam a estreia na RTP1, já no próximo Domingo.
Finalmente descobrimos o que a escotilha esconde.
Obviamente que esta descoberta não leva a lado nenhum, pelo menos para já, a não ser para novas questões. Não deixa de ser interessante o caminho aberto por este primeiro episódio, mas ao mesmo tempo achei demasiado redundante e redutor.
Esperemos para ver…
PS. grande música, a tocada em grande parte do episódio.

A prestação das equipas portuguesas revela a triste realidade do futebol português.Temos a mania que somos bons, melhores do que todos os outros, mas nada como umas derrotas humilhantes para nos abrir os olhos…

Olhem que eu não sou o Peseiro

«Os adeptos têm de esperar. Se assobiarem e mostrarem lenços brancos, vou-me embora. Eles é que têm de decidir, pois eu não mudo»
Adriaanse
Um pouco de humildade não te fazia mal nenhum, mister. E se os adeptos têm que aguentar, o mesmo deveria acontecer contigo. Enfim…este há segunda derrota, já se prepara…Deste, mister Adriaanse, não gostei! Desculpe lá. Ponha o Bicho a jogar, por favor!!!

Assim, nem à UEFA

Perder em casa desta maneira causa-me azia.
Não jogámos nada. Não temos defesa nenhuma! Por culpa da qualidade dos defesas, mas também por causa da táctica. O Jorge Costa tem lugar nesta equipa.
De qualquer modo não podemos sofrer golos daqueles, é demais. Podemos e conseguimos fazer melhor.

Toca a trabalhar a defesa e a concretização. O Porto tem demasiadas chances e poucos golos, o Artmedia provou que é fácil marcar. O Porto frente ao Guarda-Redes ou mandou ao lado, ou atirou à figura.

Bem, vou beber uma aguinha com gás.

FINAQUI

Recebi um mail sobre a FNAC. Não é nada de novo e qté tinha conhecimentos de situações do género. Essencialmente a tão falada política do preço mínimo garantido é mentira, e a prometida devolução da diferença cai no mesmo saco.
No que diz respeito a DVDS já o tinha comprovado. Em Almada, que é onde vou mais, há coisas muito mais baratas no Jumbo. O e-mail que recebi fala também d diferenças de preços entre lojas e também com alterações a partir do catálogo.
Depois, há a acrescentar o papel dos gerentes, que pelo que me é dado a retirar do mail e de conversas com amigos não é o melhor. REcusam-se a dar a diferença e por vezes ainda aproveitam para gozar com a pessoa. Um amigo meu comprou um DVD na Fnac e depois foi ao Jumbo, viu que tinha gasto mais 2 Euros e qualquer coisa, e voltou à Fac. A resposta foi, a culpa é sua, tiveste visto primeiro a oferta!

De quem é a culpa? Sinceramente, não me parece que a culpa seja da FNAC! Acho que a quota parte de responsabilidade dev cair no colo dos gerentes. A falta de educação, a política de preços passa pelas suas mãos. E a grande verdade é esta, a FNac ajudou a acabar com algumas lojas em Lisboa, mas em Almada, na margem sul (mesmo) não havia grande coisa. Ainda não há, com excepção das lojas no Fórum. Logo é uma boa forma de ir aumentando ou diminuindo alguns preços. É a chamada verdade comercial, só é verdade até certo ponto, e enquanto as pessoas comprarem! Enquanto existir muito lucro!
Who cares?

Eu sabia

que ia ficar triste com o resultado do Man Utd-SLB. São duas das equipas que mais gosto de desgostar no mundo. E já sabia que não podiam perder as duas!
Um jogo bem conseguido do Benfica que merecia, pelo menos, o empate. E a noção de que a equipa do MAnchester é fraquinha (comparado com outros anos). Sir Ferguson está lá já só como uma doença má que não quer ver que está a mais. Aliás, falando de Ferguson, quer-me parecer que é um treinador mediano, quae mauzito. Mas teve sorte, agora todos se queixam do dinheiro do Chelsea, mas a verdade é que o Manchester foi a melhor equipa inglesa durante muitos anos por causa dos grandes jogadores que o dinheiro comprava, hoje só Cristiano Roanldo é a excepção. E a grande verdade é que as adaptações, as alterações e as tácticas de Ferguson dão normalmente buraco!
Já agora vejam aqui as 10 razões pelas quais o Beto não deveria ter jogado. Gosto da última, “Até o Gabriel Alves viu que ele estava a mais”…