Miserável

Recuso-me a ver mais um minuto do FCP-Braga.

Já não é de agora, mas a minha opinião acerca deste FCP piora a cada semana.

O Pepe já devia estar na equipa B, o Costinha fez asneira atrás de asneira, a equipa não pressiona, não produz. O treinador nada faz, quando tirou o Bosingwa já o Costinha tinha feito asneiras atrás de asneiras. A semana passada não jogou e o FCP fez uma excelente 1ª parte, tendo o Bosingwa assinado uma excelente exibição.

Espero que o Porto perca e sofra mais um ou dois golitos. Espero que perca mais uns joguitos, este senhor tem de se ir embora.

O ano passado a equipa jogava com 8 portugueses, este ano são 8 brasileiros! Não tenho nada contra os brasileiros, mas para produzirem o que produzem estavam cá muitos portugueses a um preço bem inferior!

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The Village

Eu não quero gastar dinheiro, mas a realidade é que me sinto muitíssimo tentado. Em quê?

Comprar o DVD “The Village”. Foi simplesmente o meu filme favorito do ano passado. Adorei a história, a realização, a cromática, as interpretações. Adorei o filme.

Pronto.

E se ainda não viram deviam ver.

JÁ!

Excerto de uma entrevista a Alan Moore

Alan Moore – autor de Bds tão importantes, na respectiva história, como Watchmen, Miracleman, Piada Mortal, Swamp Thing, entre tantas outras.

Alguns filmes são baseados nas suas histórias, no netanto Alan Moore odeia-os quase todos. Ex. From Hell – com Johny Depp; Liga dos Cavalheiros Extraordinários, etc.

SL: I’m assuming you haven’t seen the film of “The League of Extraordinary Gentlemen.”


AM: No, no, no, no. (audience laughs) In fact, I’m getting worse instead of better with regard to the film. That was a spectacular tantrum, even by my standards, I surprised myself.

I’ve decided I don’t want anything more to do with films at all. After all the stuff with “The League,” there’d been some minor law suit with somebody claiming that I had gotten the idea from an American Hollywood screen writer and you can imagine how I felt about that. So, I felt, if I’m going to react I might as well over react. (audience laughs) So, I said, right, that’s it, no more Hollywood films. And if they do make films of my work, then I want my name taken off them and I want all the money given to the artists. I thought, God, that sounds principled (audience laughs) and almost heroic! (audience laughs) Then I got a phone call from Karen Berger the next Monday, she’s an editor at DC Comics, and she said, “Yeah, we’re going to be sending you a huge amount of money before the end of the year because they’re making this film if your Constantie character with Keanu Reeves.” I said, “Right, OK. (audience laughs) Well, take my name off of it and distribute my money amongst the other artists. I felt, well, that was difficult, but I did it and I feel pretty good about meself. Then I saw David Gibbons who I had done “Watchmen” with and he was saying, “Oh Alan, guess what, they’re making the ‘Watchmen’ film.” And I said, with tears streaming down my face, “Take my name off of it David. (sniffles)” (audience laughs) “You have all the money.” Then I got a check for the “V for Vendetta” film. It was just, this was within three days!

A língua portuguesa é traiçoeira

Redescobri estas pérolas.

A propósito do aluguer das varandas por parte dos moradores dos prédios contíguos ao estádio do Salgueiros, um jornalista perguntava a algumas pessoas o preço que levavam pela sua varanda.

Jornalista – “Quanto leva pela sua varanda?”

Anónimo – “Eu!? Nada! Mas tenho um primo que ganha muito dinheiro assim!”

Jornalista – “Ele aluga a varanda?”

Anónimo – “Não, trabalha em alumínios!”

Jardel, no final do jogo contra o Bayern de Munique, da 1ª mão dos quartos de final da Liga dos Campeões

“…e o Paulo Sérgio teve a oportunidade de isolar-se sozinho e fez golo.”

Carlos Brito, treinador do Rio Ave, no final do jogo da sua equipa com o Sporting (99/00):

“…até ao intervalo, fizemos uma boa primeira parte.”

Vamos lá pôr isto em ordem

Já escrevi aqui alguns textos nostálgicos, de visita ao passado.

Quero fazê-lo mais vezes. Vou tentar escrever alguns episódios que me tenham marcado, ensinado, ou que sejam importantes para quem eu sou.

Começo com uma introdução. Faz uma condensação de algumas coisas que já escrevi aqui, e pavimenta o caminho para o futuro.



Olho para trás e sorrio.

Apesar do quarto de século, acredito que já vivi algumas coisas engraçadas. Pelo menos para mim… Acho que nos esquecemos, facilmente, do que experienciamos diariamente. E isso é o que nos faz ser nós mesmos.

Somos resultado de tudo. Da rua em que vivemos, dos amigos que temos e tivemos, das experiências por que passámos, pelas viagens que fizemos, pelo que vimos, etc. Acho que já perceberam o ponto.

Como humanos gostaríamos de voltar atrás e poder mudar algumas coisas. Era bom, mas ainda bem que não podemos. Desse modo podemos (e devemos) aprender com os erros.

Olho para trás…

Ter pais alentejanos permitiu-me uma enormidade de experiências (uso enormidade, pelo que vou dizer a seguir e comparando com essa realidade) em relação ao que vejo hoje em dia.

Tive oportunidade de conhecer a vida “citadina” (à falta de palavra melhor) e a rural. Tive oportunidade de ir ao teatro (com a escola) e ao cinema, mas também andei de burro, de carroça, fui buscar água à fonte, alimentei bezerros, assisti a vacalhadas, fui à pesca e à caça, apanhei lagostins, sei lá mais o quê. E para o bem e para o mal, isso fez de mim o que sou hoje.

Os verões eram passados aqui pela praia, por Montargil e por Montejuntos, perto do Redondo/São Pedro do Corval.

A barragem, as hortas, as caminhadas (se calhar era por isso que não estava tão redondo) pelos montes e planícies alentejanas, Montargil (um dos meus locais favoritos), Ponte de Sôr (outro) são imagens que habitam cá dentro.

E por vezes sinto falta de andar por ali, não só em memória, mas também literalmente.

Foi em Montargil que comecei a namorar com a minha trolhinha (faz na 3ª F 4anos e 6 meses – já?), foi em Montargil que conheci muitos dos meus verdadeiros amigos, no ABS durante os verões.

É de bom tom o português ser saudosista. Está na herança genética. Mas pode ser bom, viver e reviver as experiências passadas.

É este o meu desejo e a minha vontade, em próximos posts.

Incrível! Escrevi um rascunho em papel (sim!Ainda há quem faça isso) primeiro. São dois textos completamente diferentes. O do papel e o do blog. E faço sempre isto!


Olha o sonho de qualquer criança, um playmobil do Freddy Krueger. Isto no meu tempo não era assim, infelizmente. Já imaginaram nos potenciais de ter um Freddy entre os brinquedos? Espectacular! Posted by Hello

RTP Memória ou o Saudosismo Português

Já encontrei verdadeiras pérolas na RTP Memória.
Entrevista, no ZIP ZIP, ao Mestre Almada Negreiros. Uma passagem pelas músicas vencedoras dos Festivais da Canção. E outros.
Mas gostava de ver algumas séries portuguesas dos anos oitenta. Duarte e Companhia, Os Homens da Segurança (será este o nome? Tozé Martinho e Nicolau Breyner a fazerem de seguranças, em Tróia), Caixa Alta, entre outras tantas.
Lembro-me vagamente de uma série de desenhos animados, penso que portuguesa. A personagem principal seria um animal, não sei de que espécie. Vivia numa árvora, acho. Lembro- me de um episódio em que ia a um museu e entrava dentro de quadros.
Há tantas coisas a povoar a nossa lembrança desde a infância até hoje!

Ainda o onírico da coisa

Penso que existem pesadelos porque os sonhos não falam de si. As músicas falam delas e do seu universo, as personagens falam delas próprias, em alguns livros.

Os sonhos não falam deles mesmos, depois zangam-se e transformam-se em pesadelos.

Não, esta noite não sonhei. Acho que o meu subconsciente ou está de greve ou está demasiado cansado para se manifestar!

Sonhos

Sonhos.
Falo daqueles que nos passam pela mente enquanto dormimos. A semana passada tive três, bem vivos, um cada dia. Como se de uma sessão de cinema se tratasse.
É interessante como os sonhos nos moldam, ainda que de forma indelével. Durante todo o dia pensei naquilo, melhor durante os três dias em que sonhei pensei no onírico. E quão facilmente a coisa se esboroa. Por entre as células cinzentas, por entre a descrição preparada. Mesmo entre o espaço da caneta e do papel!
Fiquei com sensações, com ideias. Quem sabe se as porei em papel?
Sinto-me, no entanto, a procurar a peça perdida, ou pelo menos uma peça perdida de um puzzle. Odeio tentar lembrar-me de algo sem sucesso. Irrita-me.
Bem, vou para o vale dos lençóis, ver o que espera por mim.