As vossas médias

A semana passada coloquei um sitemeter neste vosso humilde blog, para saber quantas visitas eu tenho por dia.

A média é de 16, o que para mim não é nada mau. Agora existe uma diferença entre semana e fim de semana, e isso é que eu acho engraçado. Durante a semana a média é de 20, ao fim de semana oscila entre os 8 e os 13! Conclusão? Vocês são uns chulos, só vão à net no trabalho, quando deviam estar a produzir:P!

Mas enfim, é por uma bela causa.

Força aí, aproveitem hoje, que amanhã é feriado. Haja alguém que não trabalhe. Aqui o vosso escriba continuará no mesmo horário de trabalho de sempre!!!

Natal, Natal, Natal

Já se nota. O cheiro paira no ar, as luzes iluminam lojas, varandas e árvores.

As lojas estão cheias e até já se vêem pessoas carregadas de sacos!

O Natal chegou. A corrida às lojas, as filas intermináveis, a simpatia dos vendedores, a troca dum sentido espiritual pela norma mercantilista da coisa! Ah!Como eu gosto deste Natal!!!

Cheio

Sou cada vez mais apreciador da comida indiana.

Cheguei depois de ter jantado no PIC-NIC, restaurante de comida indiana e italiana (pois, eu também não percebi) na Quinta do Conde. Comi uns camarões em molho extra picante, acompanhados de arroz e nan (o pão). Para sobremesa um gelado caseiro de amêndoa. Tudo isto recheado com a vitória suada do FCP em Setúbal ajudaram a um excelente repasto!

Respostas aos comentários da Verónica

Comecemos por algum lado…alguém dizia que o mais difícil é começar, concordo com esse alguém.

Adoro João Aguiar, já li todos os romances dele, gostei muito do Navegador Solitário, tal como tu. Fui aos arames com os últimos três, não gostei mesmo nada e caiu um pouco na minha consideração.

Quanto ao Milan Kundera, tentei ler A Insustentável Leveza do Ser, e sinceramente não é o meu género. Quem sabe dê mais uma oportunidade ao senhor e aproveite a tua opinião pegando nesse Jacques…

Obrigadinho pela dica dessas novas coleções da Penguin, o do Orwell e o do pósmodernismo ficaram na lista…

Quanto ao Lobo Antunes e ao Saramago…

…Sejamos sinceros, de Lobo Antunes nunca li nada. Já tentei, mas há algo que me impede. Este algo terá a ver com o estilo e com o desenho gráfico do texto. Nota que não digo que seja mau, somente ainda não o consegui desbravar. Comprei quando saiu o “Não entres tão depressa nessa noite escura” pelo título. Fiquei apaixonado pelo título. Li o primeiro capítulo e adorei. Mas é uma leitura tão densa que não o consegui continuar a ler (estava em aulas e tinha trabalho para fazer).

Faço aqui um parêntese, fala-se de leitura de verão, designando-se aquela mais light, a qual se pode ler mesmo na praia. Para mim o verão é a altura do ano em que me posso dedicar a todo e qualquer tipo de literatura.

TEnho deixado o Lobo Antunes para uma época dessas, em que tenha capacidade de absorver e beber tudo aquilo que ele me diz e a forma como ele a faz.

Quanto a Saramago, já li. Embora nunca o Memorial. Eu sei, eu sei…podem apedrejar-me.

No que diz respeito ao nosso Ñobel tenho uma opinião dupla. Gosto imenso do estilo, da escrita dele. A temática às vezes nem por isso. Adorei o Ensaio sobre a Cegueira – Aconselho vivamente, mas odiei com todos os meus poros o Todos os Nomes. Estou à espera de outra oportunidade.

Já agora Verónica, estava à espera que incluísses outro nome neste conjunto de autores “malditos”. O da Agustina Bessa Luís.

Nunca li nada, estou agora a começar A Sibila. Dela conheço os diálogos de alguns filmes do Manuel de Oliveira. E foi por causa deles que peguei na Sibila.

O vício

A Verónica diz-me por mail que um dia falaremos de livros.

Aproveito para começar agora. Dar um cheirinho.

Quem me conhece sabe que ando sempre com livros atrás. Quando vou de férias levo uma mala cheia deles. Quando ia para as aulas levava sempre um, junto com os outros materiais, em algumas aulas acabei com alguns livros que estava a ler. Se vou a algum lado, onde sei que vou ficar à espera, levo um livro.

Leio um ou dois livros por semana (depende do tamanho e do grau de interesse, e com isto não conto com os livros de Bd – Leio mais de 80 por mês!).

A literatura é um vício, é o meu desporto radical, ontem acabava de ler um livro e sentia a tensão a subir. Com os livros sonho, rio e choro (no sentido figurado, não sou dado a tais sentimentalismos).

Leio de tudo um pouco. Romances, ensaios, história, política, biografias. Tudo passa pelas minhas retinas.

Escritores favoritos deixo alguns, embora saiba que esteja a perder pelo caminho outros (menciono aqueles que estão à frente no móvel!):

Cardoso Pires, João Aguiar, Abel Neves, Kathy Reichs, Henning Mankell, Mia Couto, Garcia Marquez, Guy Gavriel Kay, CS Lewis, Tabuchi, Perez-REverte, DAvid Lodge, Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Stephen Ambrose, Greg Rucka, Frank Miller, Neil Gaiman, R.A Salvatore, e tantos outros.

Livros favoritos: e vou mencionar só aqueles que me lembrar agora, assim de repente…

Requiem – Tabuchi

Triologia de Santo Adriano (Comedores de Pérolas, Dragão de Fumo, Catedral Verde), A voz dos Deuses – João Aguiar

Silêncio – Teolinda Gersão

Os Maias – Eça de Queiroz

Todos os do Comissários Wallander – Henning Mankell

TRilogia de Fionnavar – Guy Kavriel Kay

Lisboa, livro de Bordo e De profundis – Cardoso Pires

Cem anos de Solidão – Garcia Marquez

A Dor – CS Lewis

O Hobbit – Tolkien

todos os livros de Queen and Country – Greg Rucka

e ficam somente alguns…

Quais os vossos autores e livros favoritos?

Jeróóóóóóóóónimo!!!

Assisti ao resumo (por alguma razão adormeço durante os discursos comunistas, fiquei vacinada na festa do Avante) do discurso do novo secretário geral do PCP.

Admiro a usa determinação, mas a ideia que me veio à cabeça foi uma. A do doente quase à morte e que antes de morrer tem uns dias de melhoras. Parece-me ser esta a realidade do PCP. Orfão dum modelo de insucessos políticos (motrem-me um caso dum regime comunista de sucesso!), parece-me que anda a definhar há bastante tempo. Olhando para a conjectura política portuguesa acho que perderá rapidamente a sua voz, importância e sentido. O BE parece-me em melhor posição de compreender e fazer-se compreender na política em Portugal. Olho para muitos militantes do PCP, e vejo que a principal razão da sua filiação é a luta contra o fascismo e a sensação de estarem num partido de iguais que os protegerão até ao fim. Penso que os ideais dessa geração se transformaram nas seguintes, penso que o BE é mais apelativo comparativamente com o PCP. É mais aguerrido, é mais combativo. E sinceramente penso que a resistência ao renovadorismo dentro do partido é um erro que o PCP pagará bem caro.

Voltamos a uma linha mais dura, ao exemplo de Cunhal, vejamos qual a resposta dos portugueses. Veremos qual o futuro dos marxistas leninistas em Portugal. O tempo o dirá…

Dia sem Compras

Ao que parece assinala-se hoje o Dia sem Compras. Leio no Público de hoje (pág.30) que o único requisito é não consumir. Ao que acrescentam o impacto que as nossas compras têm sobre o ambiente, sociedade e ética. “Os países desenvolvidos – uqe constituem cerca de 20% da população mundial – consomem 80% dos recursos naturais do planeta…”

Não deixa de ser interessante ler isto num jornal, já viram a quantidade de papel que é mal aproveitado ao fim de semana? E não só, claro! A quantidade de anexos, mini-jornais e afins que os jornais trazem…Por quantos hectares de floresta destruída somos nós responsáveis?

Pensemos nisto.

De qualquer modo comprei 3 jornais hoje, para compensar os que não compro durante a semana.